Como posso verificar se meus dados vazaram?

Você já ouviu falar em “exposed” ou “leak“? Se nunca ouviu falar, não se preocupe, irei dar uma breve explicação do que significa ambas palavras.

Exposed: Que significa, exposição, em português. Isso acontece quando pessoas más intencionadas conseguem seus dados pessoais e simplesmente divulgam na internet sem qualquer tipo de motivo aparente.

Leak: Do significado, em português, vazamento. É parecido com “exposed”, porém o seu propósito é um pouco diferente: Este tipo de situação acontece, muitas vezes, com um bom propósito. É utilizado contra grandes empresas que de alguma forma, agia de forma suspeita ou corrupta. Utilizando brechas na segurança de seus servidores e plataformas para que seja extraído todo e qualquer tipo de informação sigilosa sobre a empresa ou pessoa. Quando também existe o propósito ruim, onde Hackers conseguem extrair informações de empresas, com isso conseguindo todos os dados de seus clientes para vender no mercado negro.

Com essas breves explicações já podemos ir ao foco central que se trata este tópico, não? 🙂

Isto é, caso você já tenha sofrido algum tipo de “leak”, você vai conseguir identificar apenas digitando o seu e-mail, e o próprio site da Mozilla, vai lhe informar quais foram os sites que coletaram seus dados. Com isso, você já tem uma ciência muito maior de onde seus dados foram expostos e com isso, podem correr até o site e realizar o cancelamento, ou alteração de senha, de suas contas.

O procedimento para realizar tais procuras é muito simples:

Você vai acessar o site: http://monitor.firefox.com e vai se deparar com esta tela (na parte direita da sua página):

Como diz na imagem, é só digitar o seu e-mail e clicar em “Search Your Email”, com isso vai aparecer uma nova página informando quais foram o site que vazaram seus dados.

Caso nunca tenha vazado nenhum dado, segundo que consta com seu e-mail, a tela que irá exibir será parecida com esta:

Caso o seu e-mail esteja exposto, a tela exibida será esta:

E o legal sobre isso, é as informações que ele lhe fornece. Como a data da brecha, o nome do site, e quais informações foram comprometidas. LEMBRANDO QUE, as informações comprometidas são no contexto geral, não significa que isso aconteceu e agora todos sabem seu endereço, ok? 🙂

Foram isso, também existe diversas funções no site bem interessantes, como por exemplo, a inscrição via e-mail. Quando você assinar, ele vai sempre alertar caso você tenha um dado vazado, veja que legal:

Com isso, é só preencher algumas informações e prontinho.

E para finalizar, algumas dicas que a própria Mozilla dispõe para nós. Como está em inglês, vou realizar a tradução abaixo da imagem:

1 – Altere suas senhas, mesmo para contas antigas.
Se você não conseguir fazer login, entre em contato com o site para saber como recuperar ou encerrar a conta. Está vendo uma conta que você não reconhece? O site pode ter mudado de nome ou alguém pode ter criado uma conta por você

2 – Se você reutilizar uma senha exposta, altere-a.
Os hackers podem tentar reutilizar sua senha exposta para acessar outras contas. Crie uma senha diferente para cada site, especialmente para sua conta bancária, e-mail e outros sites onde você salva informações pessoais.

3 – Tome medidas adicionais para proteger suas contas financeiras.
A maioria das violações apenas expõe emails e senhas, mas algumas incluem informações financeiras confidenciais. Se os números da sua conta bancária ou do cartão de crédito foram incluídos em um brech, alerte seu banco sobre possíveis fraudes e monitore as atividades de alterações que você não reconhece .

4 – Obtenha ajuda para criar boas senhas e mantê-las seguras.
Geradores de senhas como 1Password, LastPass, Dashlane e Bitwarden geram senhas fortes, armazenam-nas seguramente e as preenchem em websites para você.

Bom, isso é tudo pe-pe-pessoal. Espero que tenham gostado 🙂

e o blog não está morto – por mais que pareça.

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Alternativas ao Google

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Da Busca do Google ao Google Maps e o Google Docs, geralmente usamos os serviços do Google sem pensar muito sobre isso. Isso significa um montão de dados nossos indo pro google. Descubra quais serviços alternativos existem.

As alternativas apresentadas neste artigo são:

  • livres e de código aberto, e não comerciais.
  • projetadas para permitir que você tenha algum controle sobre seus dados e fornecem melhor privacidade e segurança
  • desenvolvidas mais ou menos independentes umas das outras, o que distribui seus dados, assim como o pode daqueles que possuem ou cuidam dos serviços.

Elas incluem JitsiMeet (chamadas e vídeo conferências), DuckDuckGo (busca) Firefox e Tor (Navegadores), Etherpad (criação textual colaborativa), Open Street Maps (mapas) e outros.

POR QUE USAR ALTERNATIVAS?

Google é uma companhia comercial. Ela funciona na base do lucro. Se é verdade ou não que ela “não vende seus dados”, isso é quase irrelevante. No fim das contas, o que o Google vende é a sua atenção (a propagandas e outras empresas). Para saber como melhor capturar a sua atenção, a como o quê, eles precisam coletar, armazenar e analisar tantos dados quanto for possível. O que nos leva a:

Google possui um monte de informação sobre você. O mote de Google é “Uma conta para tudo”. Quando pensamos em todos os serviços que o Google fornece — Gmail, Google Search, Youtube, Google Maps, Chrome, tanto para o seu smartphone quanto para computador — e o quão fundamentante inter-relacionados estão todos eles, é muita informação detalhada sobre você o que eles estão coletando.

Muito poder em poucas mãos. Google começou apenas como um motor de busca. Desde então, foi se transformando numa das maiores e mais poderosas companhias do mundo. Seria uma boa ideia usar todos os seus serviços e deixar que uma única companhia se torne o nó central que lida com todos os seus dados?

Falta de encriptação ponta a ponta. Os produtos do Google que funcionando através do navegador — gmail, google hangouts e google talk, por exemplo — possuem de fato um nível básico de encriptação, chamado HTTPS. Isso significa que seus dados em trânsito (entre o seu aparelho e o servidor) estão protegidos de olhos externos, mas o Google ainda tem acesso a eles. Nenhum produto do Google, por padrão, possui encriptação ponta a ponta, o que protegeria seus dados inclusive do Google.

Google é uma companhia gringa. É sempre bom lembrar que o seu conteúdo e os seus dados pessoais que o Google possui estarão sujeito Às leis dos EUA.

AS ALTERNATIVAS SÃO VIÁVEIS?

Talvez você não se empolgue muito em trocar a conveniência do Google por uma promessa abstrata de mais controle sobre seus dados. Porém, pense assim: cada novo serviço alternativo que você usar irá prevenir que o Google adicione mais informações no perfil que ele tem de você.

MOTORES DE BUSCA (Alternativas para a busca do Google)

Cookies: por padrão, usa cookies

Política de Rastreamento: não rastreia e não cria perfis dos usuários

Informação pessoal: não recolhe ou armazena

Encriptação: sim, HTTPS

Cookies: por padrão, não usa cookies

Política de Rastreamento: não rastreia e não cria perfis dos usuários

Informação pessoal: não recolhe ou armazena

Encriptação: sim, HTTPS

Possuído e administrado por: La Quadrature du Net

Cookies: não usa cookies identificadores

Política de rastreamento: não guarda o IP dos seus usuários

Informações Pessoais: não coleta ou compartilha dados pessoais

Encriptação: sim, HTTPS

Extra: oferece um serviço gratuito de proxy que permite navegação anônima online

VÍDEO-CONFERÊNCIA (Alternativas ao Google Hangout)

Fácil de Usar: Sim, vídeo-conferência no navegador

Encriptação: Sim, HTTPS

Aumentar o anonimato: Sim, Jitsi Meet não requer a criação de contas nem requer o acesso À sua lista de contatos. Funciona através da criação de um link usado apenas uma vez que pode ser compartilhado por email ou chat.

Possuída e administrado por: equipe Jitsi

NAVEGADORES (Alternativas ao Google Chrome)

Fácil de usar: Sim.

Aumenta o anonimato: Não, não por padrão. Existe, entretanto, uma gama de extensçoes e plug-ins disponíveis para aumentar sua privacidade através de, por exemplo, bloqueio de rastreadores. Aqui estão as nossas recomendações. Você também pode customizar suas configurações padrão para administrar seus cookies e seu histórico de navegação.

Possuída e Administrada por: Mozilla.

Fácil de usar: Sim

Aumenta o anonimato: Sim, o Tor Browser foi criado especificamente para aumentar o seu anonimato por esconder o seu endereço de IP e outros identificadores únicos do seu navegador. O Tor Browser não inclui, por padrão, funcionalidades contra o rastreamento online nem ganha dinheiro com os dados de usuários.

Nota: Esteja atento que o uso do Tor pode levantar uma bandeira vermelha sobre a sua cabeça, então nem sempre pode ser a melhor opção para vocÊ. Mias informações sobre o Tor Browser você pode acompanhar no site oficial.

Possuída e Administrado por: Projeto Tor.

Serviços de E-mail (Alternativas ao Gmail)

Fácil de usar: Sim. Acesso por Webmail ou programa de e-mail para desktop.

Possuído e administrado por: Coletivo riseup

Aumenta o anonimato: Sim: Além da criptografia básica de navegador (https) e de transporte (SSL), o coletivo riseup armazena todos os e-mails de forma criptografada nos seus servidores. Isso significa que nem mesmo as pessoas do coletivo tem acesso aos dados, tornando impossível a venda de suas informações para empresas ou que, no caso de uma ordem judicial, tenham algo útil par aentregar para o governo. Além disso, o Riseup não envia seus endereços de IP junto com suas mensagens ou armazena esses endereços nos servidores.

Permite acesso via Tor Browser: Sim.

Fácil de Usar: Sim. Acesso por Webmail ou programa de e-mail para desktop.

Possuído e administrado por: Coletivo Autistici/Inventati.

Aumenta o anonimato: Sim, muito similar aos serviços oferecidos pelo coletivo Riseup, criptografia básica de navegador e de transporte ,nenhum tipo de análise ou venda do conteúdo de suas mensagens, e não armazena seu endereço de IP nos servidores.

Permite acesso via Tor Broser: Sim.

Fácil de usar: Sim. Acesso apenas por Webmail ou aplicativo Android e iOS. Não permite integração com programa de e-mail para desktop.

Possuído e administrado por: Porton Technologies AG.

Aumenta o anonimato: Sim; Armazena e-mails em servidores criptografados. A única forma de descriptografar as mensagens é com a senha de usuário, que a rempresa alega não armazenar. Não escaneia ou armazena endereços de IP. Oferece outras funções como envio de-emails com tempo de expiração e criptografia simétrica. Está disponível em uma versão grátis limitada e versões pagas.

Permite acesso via Tor Browser: Sim.

EDIÇÃO COLABORATIVA DE TEXTOS (Alternativas ao Google Docs)

Fácil de usar: Sim

Aumenta o anonimato: Sim; o Etherpad não exige que você crie uma conta nem exige acesso à sua lista de contatos. Funciona através de um link único para um bloco de notas que pode ser compartilhado por email ou chat. Além disso, o bloco pode ser protegido por senha, o que evita que pessoas não autorizadas tenha acesso a ele.

Possuído e administrado por: Fundação Etherpad.

Fácil de Usar: Sim, é só entrar no site e criar um documento. Não é necessário cadastro, é um software de código aberto e gratuito.

MAPAS (Alternativas ao Google Maps)

Fácil de Usar: Sim.

Possuído e administrado por: comunidade Open Street Map, apoiado pela Fundação Open Street Map.

SINCRONIZAÇÃO E COMPARTILHAMENTO DE ARQUIVOS

Fácil de Usar: Não muito, você precisa rodá-lo por conta própria

Aumenta o anonimato: Sim, como você mesmo hospeda a sua nuvem você controla quem pode ver os seus dados.

Encriptação: Owncloud permite a encriptação de arquivos.

Possuído e administrado por: OwnCloud.

Ferramenta que permite compartilhar arquivos de qualquer tamanho a partir do seu próprio disco rígido de forma anônima. O aplicativo cria um endereço web único para cada arquivo que você compartilha que só pode ser acessado pelo navegador Tor.

Encriptação: Sim, todos os dados são encriptados por padrão com a rede Tor.

Endereço para subir e compartilhar arquivos de no máximo 50MB. Os arquivos são encriptados no navegador e somente em seguida vão para o servidor da riseup. Cada arquivo está endereçado com um link que dura uma semana. Após esse período tanto o link como o arquivo são apagados.

Software rodado em cada um dos seus dispotiviso para fazer uma sincronia de arquivos. Pode-se fazer a sincronia de uma pasta, por exemplo, com outros usuários. Desenvolvido em código aberto, gratuito, encriptado. Porém não é muito fácil de fazê-lo funcionar.

Informações adicionais

Esta é apenas uma parte da série de postagens que virão à partir do livro Manual de Segurança Digital, compilado originalmente pelo Coletivo Coisa Preta para oficina de Segurança Digital para ativistas.

Conheça mais sobre o Coisa Preta em: http://coisapreta.noblogs.org

Removendo o Flash do Windows 10

Decidi fazer este post após muito tempo sem postar nada pelo fato de haver mais uma vulnerabilidade assombrando os computadores de pessoas que AINDA fazem uso do Flash. O Flash é péssimo e NÃO deve ser USADO POR NINGUÉM!! A menos que você queira estar suscetível à danos maiores em seu computador.

Seguinte, sabemos que a Microsoft só faz merda, e uma dessas merdas está no Windows 10, onde o Flash já vem nativo com Windows. Este tutorial basicamente vai ensinar a fazer remoção, sendo assim, livre do flash por completo!

Aqui você pode conferir uma lista das vulnerabilidades que já foram encontrada no Flash, e seria interessante compararem o tempo entre elas. Acesse: https://www.cvedetails.com/vulnerability-list/vendor_id-53/product_id-6761/Adobe-Flash-Player.html

Agora vamos para o mini tutorial:

Você vai baixar o arquivo em .bat abaixo, executar como administrador e aguardar que ele faça tudo sozinho. Aqui em baixo está o código fonte do arquivo. É de fácil compreensão, então não pense que irá prejudicar seu computador, pois não vai.

Link para download do arquivo: https://anonfile.com/s2i56bdcb7/remover-flash.bat

Código fonte abaixo

@echo off

echo Remocao do Flash no Windows 10
echo.
echo Por conter muitas vulnerabilidades e extremamente recomendavel a remocao do flash em qualquer computador.
echo.
pause

takeown /f C:\Windows\SysWOW64\Macromed\Flash\*.*
takeown /f C:\Windows\System32\Macromed\Flash\*.*
echo.

cacls C:\Windows\SysWOW64\Macromed\Flash\*.* /E /T /G %UserDomain%\%UserName%:F
cacls C:\Windows\System32\Macromed\Flash\*.* /E /T /G %UserDomain%\%UserName%:F
echo.

del C:\Windows\SysWOW64\Macromed\Flash\*.* /Q
del C:\Windows\System32\Macromed\Flash\*.* /Q
rd C:\Windows\SysWOW64\Macromed\Flash
rd C:\Windows\System32\Macromed\Flash
rd C:\Windows\SysWOW64\Macromed
rd C:\Windows\System32\Macromed
del C:\Windows\SysWOW64\FlashPlayerApp.exe
del C:\Windows\SysWOW64\FlashPlayerCPLApp.cpl
echo.

pause

Viu como é fácil? E apenas isso já te livra de qualquer dor de cabeça relacionada ao flash. Se ainda sim estiver com dúvida, não hesite em perguntas nos comentários.

OBS: É possível que o Flash volte com alguma nova atualização do Windows, por tanto é bom você ficar de olho no Painel de Controle para ver caso o Flash volte ao seu sistema devido alguma atualização do seu sistema.

Zero Fill: O que é?

Acho que todos já se desesperaram por ter excluído sem querer um arquivo do computador, não é mesmo? Pois bem, saiba que você não apagou o arquivo de forma definitiva. Ou seja, é possível fazer a recuperação daquele arquivo. Mas este post não é para ensinar como recuperar um arquivo deletado, e sim para orientar como deletar, de VERDADE, um arquivo. Se você tem algo sigiloso e possui receio que alguém possa recuperar, recomendo que leia o post até o fim.

Antes de darmos inicio aos procedimentos vou explicar de uma forma simples o que acontece quando deletamos um arquivo da maneira padrão.

Quando deletamos um arquivo em nossos computadores, o arquivo ainda assim não é excluído literalmente do HD, isso acontece porque ele não está excluindo o arquivo em si, e sim sua referência no disco rígido. Uma vez que a referência do arquivo é excluída, o disco rígido não pode mais ver o arquivo, assim seu espaço deixa de ser reservado, dando lugar para outros arquivos, significando que o arquivo não será mais legível para o computador. Como o arquivo ainda está ‘tecnicamente’ lá, você pode recuperá-lo, basta reconstruir seus dados (explicado no post como referência) com softwares específico para que assim o computador possa reconhecer novamente aquele arquivo. Isso só é possível caso nenhum outro arquivo ou dados tenha sido gravado na parte do arquivo excluído. (Isso pode acontecer quando você tenta recuperar um arquivo muito antigo).

Certamente você já deve saber que a forma de remoção padrão não é a mais agradável para sua segurança, então lhe apresento uma forma mais segura conhecida como: Zero Fill. – Mas que diabos é Zero Fill?!

Zero Fill é um método que utilizamos quando queremos de fato limpar tudo no HD. Geralmente as empresas fabricantes de HD’s possuem seus próprios softwares de zero fill, mas não será o meu foco redirecionar vocês à isso, apresentarei uma solução mais confiável que é baseada em Linux.

Pois bem, a solução chama-se DBAN. – Novamente, que diabos é DBAN?!

DBan é a abreviação de Darik’s Boot and Nuke, um software de Zero Fill de código aberto, baseado em Linux. Ele trabalha de diversas formas, dispõe de várias opções de limpeza e por isso vou explicar como funciona tais opções.

84358
Esta e a tela inicial, onde dispõe de uma opção chamada ‘autonuke’, onde todo o processo é realizado automaticamente. O nosso foco está em explorar as opções, então a mais adequada é pressionar enter e esperar carregar a segunda tela inicial.

dban2
Na segunda tela, você verá o seu HD e no canto inferior algumas informações com seus hotkeys.

P=PRNG – Abreviação de Pseudo Random Number Generator, como diz no próprio nome, ele está encarregado em gerar bits completamente aleátorios, o que é muito importante quando queremos limpar um HD. (Saiba mais aqui: https://en.wikipedia.org/wiki/Pseudorandom_number_generator) O DBan possui dois tipos de método para o PRNG, como já consta suas descrições, não entrarei em tantos detalhes para não ficar muito extenso.

M=Method – Método de limpeza, é um grande determiandor do tempo que será gasto. O metódo de Guttmann não é tão aconselhável para HD’s modernos, o mais aconselhável entre os selecionados seria o PRNG.

R=Round – Número de verificações que serão feitas no HD, para que tudo seja de fato apagado e que não haja setores defeituosos. Sendo 4 para uma segurança moderada, e 8 para uma segurança avançada. (Isto também determina e muito o tempo gasto no zero fill, sendo quanto maior o número em um limite de 1 à 8, mais demorada e mais segura será a limpeza).

J=UP – Mover para cima

K=Down – Mover para baixo

Space=Select – Selecionar o HD para limpeza

F10=Start – Começar todo o procedimento

Considerações finais

Como ter certeza se os arquivos de fato serão apagados?

Não existe uma certeza ~DE FATO~ para nada quando o assunto é segurança. As coisas podem mudar do dia para a noite, a tecnologia ela é constante, sempre se mantendo em evoluções, muitas vezes indo para fins que nunca imaginaríamos. Um dos grandes agravantes para sua limpeza ser de fato plena são os métodos escolhidos, existe diversos que podemos achar por aí como: Method Schneier, PRNG, DoD, Method Gutmann, métodos da inteligência russa, inteligência americana e muitos outros que podem surgir dia após dia. Basta você escolher o que atender melhor as suas especificações e para isso é claro que será necessário um mínimo de estudo, você está lidando com coisas sensíveis, se não quiser ter esforço, você com certeza já vai estar no caminho errado.

Ou ignore tudo isso, pegue seu HD, quebre-o com marretadas, mas não esqueça de destruir o disco físico que está dentro dele. (Isso é garantia).

Conheça o DBAN: https://dban.org

Como obter um endereço .onion costumizado

Você já se perguntou como faz para personalizar um link .onion? Sabe aqueles links que você vê com inicias legíveis, como por exemplo, ‘wiki…onion” ou algo semelhante. Pois bem, ensinarei como é fácil obter o seu próprio.

Primeiro iremos utilizar uma ferramenta chamada Shallot. Você pode acessá-la aqui.
Obtenha em seu diretório com o comando ‘git clone’

# git clone ‘https://github.com/katmagic/Shallot

Segundo, iremos compilar a ferramenta para que possamos usar futuramente.
Dentro da pasta, execute os seguintes comandos:

# ./configure && make

OBS: Você deve ter instalado em seu sistema ferramentas básicas de compilação como GCC, make, e afins. Em sistemas Debian/Ubuntu isto vem no pacote build-essentials.

Utilizando a ferramenta

A utilização é simples, basta rodar o seguinte comando.

# ./shallot ^NOME
Screenshot_20170626_041626

Lembrando que você tem um limite de caracteres, para entender melhor veja abaixo:

1 Caracteres: 1 segundo
2 Caracteres: 1 segundo
3 Caracteres: 1 segundo
4 Caracteres: 2 Segundos
5 Caracteres: 1 minuto
6 Caracteres: 30 minutos
7 Caracteres: 1 dia
8 Caracteres: 25 dias
9 Caracteres: 2 anos e meio
10 Caracteres: 40 anos
11 Caracteres: 640 Anos
12 Caracteres: 10 milênios
13 Caracteres: 160 milênios
14 Caracteres: 2 milhões e meio de anos.

Isto em um processador básico de 1.5 ghz, podendo variar.

Instalação no servidor TOR

Se você colocar a chave privada RSA (incluindo seu cabeçalho e rodapé) em um arquivo chamado private_key no HiddenServiceDir que você especificou no seu torrc, então, quando você reiniciar seu Tor, um arquivo de nome de host será criado no HiddenServiceDir que contém seu novo e brilhante endereço onion.

Freenet: Guia Rápido

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Apresento-lhes um guia rápido de iniciação na Freenet. Nele contém: Formas de aprimorar sua segurança de uma forma geral, tanto modificando algumas configurações na Freenet, quanto no navegador em que estiver utilizando.

Observação: O artigo originalmente não foi escrito por mim, o mesmo foi retirado da Freenet. O meu trabalho está em traduzir e aprimorar certas formas, devido ao original estar um tanto desatualizado em diversos aspectos. Lembre-se: Todos os links listados abaixo só serão acessíveis via Freenet!


Segurança e Escolha do navegador


   Para uma maior segurança, você pode estar criptografando o seu disco e também – para evitar vazamentos, escolher uma unidade diferente da sua padrão. Para Windows você pode utilizar Veracrypt, e para GNU/Linux utilize LUKS/dm-crypt. Você encontrará mais informações logo menos neste guia. A freenet fornece uma opção de criptografia, mas não confie nela, utilize a criptografia de disco, como já recomendado.


   Como navegador você deve usar o Mozilla Firefox, ou opcionalmente o Tor Browser. Não use Chrome, Vivaldi, Internet Explorer ou Edge.
Se você já usa o Mozilla Firefox no dia a dia, crie um perfil novo para a Freenet. Se você usar outro navegador para navegação normal e usar apenas o Mozilla Firefox para Freenet, você pode ignorar as etapas a seguir.

   Visualize o atalho do Mozilla Firefox em sua Área de Trabalho e clique com o botão direito do mouse em Propriedades.
Adicione os parâmetros “-P -no-remote” e confirme. Ao iniciar este atalho, isso mostrará o gerenciador de perfil.
Inicie o Firefox com esse atalho e, no gerenciador de perfis, crie um novo perfil que chame de “Freenet”.
Inicie o Firefox com este novo perfil. Você deve ver um novo Firefox sem qualquer das suas configurações antigas. Feche esta janela do Firefox.
Abra a configuração para o atalho novamente e agora substitua “-p -no-remote” por ‘-p freenet -no-remote”. Agora, se você executar este atalho, ele abrirá autoamticamente o perfil do Firefox chamado “freenet” que você criou anteriormente.

   Agora que o seu navegador Mozilla Firefox está pronto, inicie-o e abra as opções. Você pode mudar a ‘Home Page’ para 127.0.0.1:8888 para que ela sempre apareça.

   Se você usar o Firefox normal, você tem que ter certeza, que só é permitido conectar-se ao Freenet e não à Internet regular. Para isso você tem que mudar o proxy: Vá para ‘Avançado’ -> ‘Rede’ e clique no botão ‘Configurações’ para a conexão. Escolha ‘Configuração manual do proxy’ e digite 127.0.0.1 no campo ‘Proxy HTTP’ e 1 no campo ‘porta’. No campo ‘nenhum proxy para’ digite: localhost, 127.0.0.1

   Se você usar o Tor Browser, já existe um proxy que roteará o tráfego normal através do TOR (que será executado em segundo plano ao iniciar o navegador), mas você deve permitir que o Tor Browser acesse a Freenet: Vá para ‘Advanced’ -> ‘Network ‘E clique no botão ‘Configurações’para a conexão. No campo ‘nenhum proxy para’ digite: localhost, 127.0.0.1


Configurando a Freenet


   Primeiro, faremos algumas alterações na sua configuração. Então você instalou a Freenet em sua máquina e o instalador abriu o navegador para você em 127.0.0.1:8888 te pedindo para que configure a freenet.
   Pressione ‘Aplicar’ na parte inferior das páginas de configuração para salvar suas alterações!

   Já na página inicial padrão da Freenet, no canto inferior, altere para “Advanced Mode”. A partir daqui muito das coisas estarão em inglês para facilitar o setup de vocês na Freenet. Apenas as observações, assim como alguns esclarecimentos do que é cada opção, estará traduzido.

  1. Configuration -> Security Levels: ‘Protection against a stranger attacking you over the Internet’: normal.
  2. Configuration -> Security Levels: ‘Protection of your downloads, uploads and Freenet browsing cache’: None.
    (Quote from Kitty: ‘A criptografia de fila é lenta e completamente inútil, pois tudo o que você colocou em fila para download é descriptografado quando os downloads terminam de qualquer maneira, e tudo o que você colocou em fila para upload já existe sem criptografia em seu disco, então essas preciosas “filas criptografadas” dão ZERO Benefícios de segurança para a maioria dos usuários e são apenas um desperdício de ciclos de CPU. ‘).
    Para sua proteção, talvez você queira instalar o Freenet em uma unidade criptografada.
  3. Configuration -> Auto Update: ‘Automatically install new versions’: false. Você será solicitado a instalar a nova versão da Freenet (isso evitará que os patches sejam substituídos, se você os tiver).
  4. Configuration -> Load management: ‘Thread Limit’: 1000. Isso irá corrigir o problema onde o Freenet enche seus 500 threads e fica sem resposta. Sob uso pesado com lotes de downloads e navegação de página, a Freenet é muito provável que precise usar cerca de 600-700 threads, assim, dobrando o limite de thread você estará certo para manter um bom desempenho, mesmo em situações sobrecarregadas (Kitty).
  5. Configuration -> Core Settings:
  6. ‘Upload bandwidth limit’ and ‘Download bandwidth limit’: Mude para o que você tem. Quanto mais largura de banda você permitir, mais pares podem se conectar a você.
  7. ‘Freenet datastore size (bytes, MB, GB, TB, etc)’: Este é um valor muito importante, não só para você, mas toda a rede. Define a quantidade de espaço em disco que a Freenet pode usar para fornecer espaço para toda a rede. Freenet não confia em alguns servidores centrais, mas todo o conteúdo é distribuído sobre os nós (computadores) na rede. Não há tal coisa como ‘espaço livre’ na Freenet – a capacidade já está cheia e ao carregar novos conteúdos, os conteúdos antigos / raramente utilizados irão apenas desaparecer.
    Você deve definir o tamanho do armazenamento de dados para um valor muito maior do que o padrão – quanto mais, melhor. Você pode inserir o valor como ’50GB’ (sem aspas). Mesmo se você quiser ser um leecher, definir isso para valores mais elevados irá ajudá-lo também, pois impede o conteúdo de deixar cair fora da Freenet (e assim você como um leecher não terá mais o que você quer, porque ele foi excluído como havia Espaço insuficiente na rede).
  8. Agora otimizamos a Freenet para uso em RAM em vez de usar disco. Aviso: Isso será limitado pela quantidade de RAM que você realmente tem em sua máquina, máquinas de memória baixa não vai querer fazer qualquer um desses ajustes! Esses ajustes aumentam a quantidade de RAM que a Freenet usa e melhora  seu desempenho, então realmente, realmente vale a pena fazer se você tem um monte de RAM! – valores de acordo com Kitty.
  9. ‘Maximum memory usage’: 4096 (a partir de 512). Qualquer coisa a partir de 2048 é até que bom, mas 4 GB é o que eu sugiro altamente se você tem muita RAM e um sistema operacional de 64 bits. Freenet só vai levar memória quando precisar, por isso mesmo se você configurá-lo para 4096 MiB, se precisar de 1000 MiB só vai reservar. 512 MiB é um mínimo, mas vai abrandar o seu nó, como coleta de lixo constante e fragmentação de memória irá ocorrer.
  10. SE USAR O WINDOWS: Você não encontrará essa configuração. Em vez disso, você precisará desligar a Freenet, abra o arquivo \wrapper\wrapper.conf, com o bloco de notas, vá para o final dele e mude ‘wrapper.java.maxmemory = 512’.
  11. Se você usar a versão de 32 bits do Java você só pode usar valores para algo em torno de 1000 (este é o tamanho MiB de RAM Java pode ter). Se Freenet falhar diretamente no início, o valor está muito alto. (Você pode verificar qual versão Java é usada em ‘Status’ -> ‘Estatísticas’ A entrada ‘Java VM Name’ deve ter um ’64’, se você tiver Java de 64 bits).
  12. Algumas pessoas relataram que, mesmo que eles tenham um Windows de 64 bits e Java de 64 bits, a Freenet parece usar apenas um modo de 32 bits (veja a linha acima sobre como verificar a versão). Se este for o caso para você, siga a linha abaixo, onde você especifica diretamente o runtime java para o wrapper.
  13. Se você tiver versões do Java diferentes (32 e 64 bits) instaladas, talvez seja necessário especificar o caminho para a versão de 64 bits diretamente no arquivo wrapper.conf, alterando a linha ‘wrapper.java.command =’, para apontar Para o seu Java.exe de 64 bits (por exemplo: wrapper.java.command=C:\Program Files\Java\jre1.8.0\bin\java.exe).
  14. ‘Encrypt the persistent temporary buckets’: false (Pelo mesmo motivo que não estamos criptografando as filas).
  15. ‘Maximum size of a RAMBucket’: 16 MiB (a partir de 2).
  16. ‘Amount of RAM to dedicate to temporary buckets’: 320 MiB (a partir de 39) Isso tem um efeito enorme na redução de I/O do disco).
  17. ‘Encrypt the temporary buckets’: false.
  18. ‘Maximum size of the in-memory write cache for each store (there are 9 such stores)’: 10 MiB (a partir de 1; O que significa que precisamos de 90 MB de RAM para isto).
  19. ‘Maximum time blocks will be kept in the in-memory datastore cache before being written to the store on disk’: 600k (a partir de 300k; Significando 10 minutos em vez de 5 minutos; Isso reduz o I/O do disco, permitindo que mais gravações sejam colocadas em fila em nossos novos caches de memória em memória.
  20. ‘Client cache size’: 512 MiB (a partir de 200; Este é um cache baseado no disco que não tem nada a ver com a RAM, e acelera re-visitas a freesites).
  21. ‘How long to keep data in the recent requests cache’: 7200k (a partir de 1800k; O que significa 2 horas em vez de 30 minutos; Este cache é para downloads de arquivos e garante re-downloads de arquivos, que pode ser feito a partir do seu cache em vez de perguntar para Freenet novamente).
  22. ‘Maximum size of the recent requests cache’: 128 MiB (a partir de 27MiB; Isso usa a RAM e não é um recurso frequentemente necessário, então eu mantive o cache bastante pequeno).
  23. Lembre de salvar, em ‘Apply’.
  24. Configuration -> FCP:
  25. A parte a seguir é opcional e que também pode evitar algum bug de corrupção de nó. Apenas ative se a Freenet é executado no mesmo computador que você baixar e se você enfrentar corrupção regular.
  26. ‘Assume that download DDA is allowed?’: true. Ativando isso, também ativará a verificação de “Diretórios de download é permitido” nas “Configurações do núcleo”, que por padrão é “todos”, você pode deixá-lo assim.
  27. ‘Assume that upload DDA is allowed?’: true. Ativando isso, também ativará a verificação de ‘Directories uploading is allowed from’ em ‘Core Settings’, que por padrão é ‘all’, você pode deixá-lo assim.

Reinicie a Freenet.


Frost (Board de Mensagens)


   Você pode ter encontrado diversos freesites, mas com certeza não encontrou de tudo.
A maioria das discussões e conteúdos relevantes, são primeiramente postadas no Frost. Frost é como um leitor usenet para Freenet com diferentes tópicos.

   Existem atualmente quatro versões diferentes do Frost. Você pode obter uma versão original altamente desatualizada do Frost a partir daqui (Acessível apenas pela Freenet)

   Então há duas (velhas) versões atualizadas, uma por ‘Sadao’, e uma por ‘Snowflake’. Para obter um deles, você pode usar o frost-board para encontrar a key para baixá-lo. Todas essas três versões antigas têm muitos bugs e não é recomendável usá-los. A versão Snowflake também tem bugs graves com a recuperação de mensagens mais antigas e com a função de pesquisa, que a versão Sadao não tem.

   De preferência você quer usar ‘Frost-Next’ uma construção altamente avançada com lotes de bugs corrigidos e muitas melhorias. Foi feito por ‘The Kitty” e lançado em 12/2015. Você pode baixar esta versão aqui. (Acessível apenas pela Freenet).

   Se você quiser compilar você mesmo, você pode obter a fonte em seu site. Você também precisar da biblioteca de consulta que você pode obter como descrito no arquivo de ajuda ou a partir desta key. (Acessível apenas pela Freenet).
Você também pode encontrar ajuda sobre este freesite (não foi verificado se este tutorial funciona).

   Depois de iniciar o Frost, vá para ‘Options -> Preferences -> News (1)’ e defina ‘Number of days to display’ para 9999 e ‘Number of days to download backwards’ para 500 (ou mais, ou menos.. dependendo do quanto você quer). Verifique também “Always download all days backwards’ e ‘Automatic board update’. Você pode deixar as outras opções, ou alterá-las como quiser. Tenha em mente que atualizar as boards pode demorar muito tempo. Depois de buscar mensagens antigas suficientes, você pode querer definir ‘Number of days to download backwards’ para 10 dias.
Você pode editar todos esses valores individualmente para cada board, se você clicar com o botão direito em uma board -> ‘configure selected board’  (lembre-se de marcar ‘OK’ depois).
   O Frost-Next vem com uma lista das boards mais ativas incluidas – você pode importá-las na primeira inicialização ou via ‘News -> Display know boards -> Import Defaults’.

   Se você precisar de mais ajuda você pode ir neste freesite (partes estão desatualizadas!)    Ou na ajuda incorporada no menu ‘Ajuda’.

   Se você não quiser fazer o download das mensagens antigas, há um arquivo navegável de mensagens do frost antigas, chamado Permafrost. Você pode baixá-lo aqui. Você tem que usar o seu navegador e você não pode importá-lo para fora do Frost.


Fuqid (Gerenciador de Downloads)


   Você pode baixar as keys de arquivos (CHK / SSK) da Freenet ou via fproxy – esta é a guia ‘Downloads’ padrão na página principal do Freenet, via Frost ou via Fuqid (‘Freenet Utility for Queued Inserts and Downloads’). Você deve usar Frost-Next ou (preferencialmente) Fuqid, pois eles oferecem uma série de recursos úteis. Fuqid é um programa para Windows, mas também será executado em outros sistemas, como o Linux, usando o Wine.

   Para obtê-lo, você tem que ir para a board ‘fuqid-announce’ em Frost e procurar o link de download, ou usar o seguinte link. (Somente acessível via Freenet)

   Há um freesite do fuqid, mas é altamente ultrapassado, não use. Perguntas, ou pedidos podem ser enviados para a board ‘fuqid’. Este freesite aqui pode estar desatualizado, por isso, verifique sempre na board.

   Nas configurações do Fuqid -> ‘Inserts & Downloads’ , defina ‘Extra inserts of single/header blocks’ para 7. Clique ‘save and use settings’.

   Agora você pode copiar (mesmo várias) keys e, em seguida, pressione a ‘2 Download Queue’ e Fuqid irá buscar por todos.
Quando quiser adicionar mais keys à lista já aberta, copie-as e pressione ‘Update’ – as novas keys serão adicionadas.
   Editando a caixa de entrada na parte superior, você pode alterar a pasta (termine a linha com \ (barra invertida)) ou adicione um prefixo aos nomes de arquivos (deixe a barra invertida final).
   Quaisquer alterações (pasta de download, opções de inserção) que você fizer para os arquivos selecionados devem ser aplicadas pressionando ‘Update’.

   Se você deseja inserir um arquivo na Freenet (carregá-lo), leia o parágrafo sobre a inserção abaixo.

   Os downloads não devem ser executados em uma prioridade maior do que ‘high’, porque o Frost usa ‘very high’ e usar o mesmo para downloads normais diminuirá significativamente o Frost.


Freenet Patches


   Usando Freenet para baixar arquivos, você certamente percebeu, que para isso a Freenet é lenta.

   Ao ler sobre o Frost você pode ter ouvido falar de ‘Freenet patches’ – eles mudam alguns valores internos para acelerar downloads – para você e todos roteamento através de você. Ele não deve ter qualquer impacto sobre a sua segurança, então eu recomendo usar uma versão corrigida.
   Existem duas pessoas que fornecem patches para Freenet na board Frost ‘freenet’. Ambos mudam os mesmos valores, mas o patch “oo” “é mais agressivo e causar mais backoff” (Kitty).

   Você pode baixar uma versão compilada da board Frost “freenet” – substituindo o arquivo ‘freenet.jar’ no seu diretório Freenet, ou você pode compilá-lo você mesmo.          Depois de cada atualização da Freenet, você precisa baixar uma versão compilada ou compilá-la novamente.
   Depois de substituir o arquivo, certifique-se de que a Freenet realmente use esse arquivo: Abra o arquivo wrapper.conf (Freenet\wrapper\wrapper.conf (Windows) ou Freenet/wrapper.conf (Linux)) com um editor de texto. A linha quatro deve indicar o arquivo que o wrapper espera. O padrão é ‘wrapper.java.classpath.4=freenet.jar’, então você tem que renomear o .jar patched para freenet.jar.

   Se você quiser compilá-lo você mesmo, eu recomendaria uma máquina Linux e o ‘Kitty Autopatcher’ para fazer a parte de patch automaticamente. Se você usa o Windows, você pode usar uma máquina virtual (Virtualbox é gratuita) e, em seguida, instalar o Debian Linux.
   Esteja ciente de que ele irá baixar os arquivos fonte da Freenet do github (e os arquivos de instalação se você instalar via ‘baseinstall.sh’). Ele irá fazê-lo através https, ou seja, qualquer pessoa sem acesso aos servidores github só pode ver que você se conectar ao github, mas não o que você baixar lá. Se você não confia no download do github, você terá que buscar outras fontes, como esta.

   Leia e siga o arquivo Readme.txt. Se você só precisa compilar o .jar para sua máquina

Windows, faça o seguinte:
Atualize sua versão (Windows) da Freenet e desligue-a.
Instale/atualize sua versão (Linux) da Freenet – você pode ignorar a parte de configurações do ‘README’ – e use o comando “./autopatch.sh 1475 ~/Freenet” (sem aspas, 1475 é a versão) para criar o arquivo ‘Freenet_1475_fnap_default.jar’.
Copie-o para o diretório da Freenet (Windows) e renomeie-o para ‘freenet.jar’. Certifique-se de que o wrapper usa o arquivo correto (veja acima).
Se Freenet atualizar, você terá que atualizar a versão da Freenet em sua VM (porque o autopatcher irá buscar algumas bibliotecas a partir do diretório de instalação) e, em seguida, executar o ./autopatch.sh novamente.
Os arquivos de patch propriamente ditos provavelmente não serão alterados para novas versões do Freenet, mas você deve primeiro verificar a board ‘freenet’ de qualquer maneira (o autopatcher falhará se o patch não puder ser aplicado).


Inserção


   O upload de um arquivo é chamado de ‘inserção’. Você pode fazê-lo através do FProxy (a interface do navegador Freenet), Fuqid ou Frost (-Next). De preferência usar um dos dois últimos programas.

   Arquivos

  1. Recomenda-se usar o formato de arquivo rar para empacotar fotos
  2. Não use compressão (use ‘nível de compactação: armazenar’), já que a maioria dos formatos de imagem e vídeo já estão compactados.
  3. Nunca envie vídeos individuais em arquivos. Se você quiser dividi-los, use um software como HJSplit (Win / Linux / Mac) – torna o healing muito mais fácil
  4. Nunca use senhas para arquivos no Freenet.
  5. Nunca utilize a opção “solid” durante o packing. O Zip não suporta, rar não o terá habilitado por padrão, mas o 7z faz. Em 7z você tem que definir o ‘tamanho de bloco sólido’ para ‘não-sólido’ (ou use ‘Nível de compressão: Store’). Um arquivo sólido economiza apenas uma pequena quantidade de espaço, mas descompactar arquivos individuais levará muito mais tempo

   Criando csv

  1. Pode fazer sentido oferecer também um arquivo csv para suas inserções. Veja aqui.

   SSK ou CHK?

  1. Existem dois tipos principais de keys para arquivos dentro da Freenet, CHK (Content Hash Key) e SSK (Signed Subspace Key). Você pode ler mais sobre os detalhes nos wikis ligados no FAQ: [1], [2]. Há um ataque teórico na Freenet, onde Nodes pode procurar por arquivos conhecidos sendo inseridos ao usar chaves não criptografadas. Você pode obter mais segurança através da inserção como SSK, mas uma chave SSK não pode ser melhorada facilmente (veja abaixo) que é uma grande desvantagem. Você pode obter a mesma segurança usando uma key de criptografia aleatória para um arquivo CHK que irá alterar toda a chave CHK (a chave principal, bem como todas as sub-chaves) para um desconhecido.

   Resumindo

  1. Não use SSK (!)
  2. Se você deseja inserir um vídeo conhecido, você deve usar CHK com uma key de criptografia aleatória.
  3. Se você inserir arquivos recém-criados com imagens, você pode usar CHK sem uma chave de criptografia.
  4. Se estiver em dúvida entre o que usar, use um CHECK com uma key de criptografia aleatória.
  5. Se você inserir muitos arquivos para um tópico específico, use a mesma key de criptografia para todos os arquivos, pois isso tornará a cura mais fácil. A key de criptografia tem de ser um valor hexadecimal de 64 caracteres. No Fuqid você pode usar a opção de key criptográfica “Single” para dar a todos os arquivos a mesma chave.

   Compressão dentro da Freenet?

  1. Nunca utilize a compressão oferecida na Freenet (Fuqid / Frost). Para FProxy você tem que habilitar o ‘Advanced mode’ para desativá-lo.

   Se você postar keys para os arquivos inseridos para Frost ou para um freesite, de informações sobre a key de criptografia usada (se houver) e o modo de compatibilidade. No Fuqid você pode obter essas informações ao clicar com o botão direito em sua inserção (s) -> Copy to clipboard -> Copy Insert Options. Certifique-se de remover linhas desnecessárias. Isso torna os arquivos de cura muito mais fáceis.

   Não publique keys e não anuncie inserções antes de terminar de inseri-las.

   Na guia Fuqid -> ‘Inserts & Downloads’, defina ‘Extra inserts of single/header blocks’ para 7 (clique em ‘salvar e usar configurações’) – você só precisa fazer isso uma vez. O Frost-Next usa 7 por padrão. Isso ajudará a manter os arquivos vivos.


Healing (Restauração)


   A Freenet não tem espaço de armazenamento infinito e tudo já está praticamente cheio. Se você deseja inserir novos arquivos, os arquivos antigos irão sair da rede. Isso significa que a chave será morta e não está começando ou que não vai terminar. Reinserir um arquivo, para que ele corresponda a uma chave existente é chamado de ‘restauração’ ou healing.

   Para efetuar uma restauração em uma key “CHK” você precisa ter quatro coisas, então você poderá inseri-las com essas configurações via Fuqid ou Frost-Next:

  1. O exato mesmo arquivo que foi inserido – com o mesmo nome de arquivo. Isso é fácil para vídeos, mas um pouco mais difícil para arquivos, então você terá que manter os arquivos originais. Você não pode (facilmente) recriar um arquivo.
    Portanto, se você tiver espaço suficiente no disco rígido, mantenha os arquivos originais para que você possa restaurá-los.
  2. O modo de compatibilidade em que o arquivo foi inserido. Você pode testá-lo fazendo apenas inserções “key-only” até encontrar a correta (se souber as outras configurações). Ou se você usou Fuqid para baixar a chave, veja abaixo.
  3. A compressão da Freenet insere o arquivo com (espero que nenhum).
  4. A key de criptografia gerada pelo usuário, se o arquivo foi inserido com uma.

   Você tem quatro opções para obter informações sobre a key de criptografia:

  1. Basta fazer inserções “key-only” (talvez com diferentes modos de compatibilidade) até obter uma chave CHK correspondente. Se você conseguir um, a key CHK usa a criptografia da Freenet automaticamente, que calcula para o arquivo.
  2. Se a key iniciar, você pode usar o ‘Key Utils – Split Explorer’ para ver, se o arquivo usa uma key de criptografia gerada pelo usuário ou não, e eventualmente copiar a partir daí.
  3. Se você baixou o arquivo com Fuqid, você terá um arquivo de texto chamado ‘Fuqid-InsertOptions.txt’ na sua pasta Fuqid, que contém informações sobre todas as keys baixadas.
  4. Se a chave de criptografia foi gerada pelo usuário, você poderá calculá-la você mesmo: Pegue a parte da chave CHK entre as duas vírgulas e substitua todos ~ por + e – com / (Freenet usa uma modificada Base64 “url-safe”). Agora com esta sequência de caracteres altere em um valor hexadecimal. No Linux você pode fazer tudo isso via “echo key | tr “~-” “+/” | base64 -d | xxd -p -c256″ – replace key –

   Para restaurar uma key SSK:

  1. Se o arquivo ainda iniciar você pode converter a key SSK para uma key CHK via ‘KeyUtils -> Key Converter’. Ele criará uma nova key CHK (que, em seguida, links para todas as chaves split-CHK da key SSK).
    Você então tem que pegar a chave de criptografia para este CHK (veja acima). E restaurá-lo como uma chave CHK normal. Restaurar esta chave CHK também irá restaurar o arquivo SSK referido.
  2. Se você tiver o InsertKey para o SSK (esta não é a key SSK que você usa para downloads), você pode inserir a esta chave com Fuqid. Se você inseriu o SSK você mesmo, você pode encontrar essa key no Fuqid-InsertOptions.txt na pasta Fuqid.

   Se você quiser solicitar uma restauração:

  1. Espere pelo menos alguns dias, antes de pedir uma cura. Keys antigas podem demorar um tanto para começar.
  2. Se a key é de um freesite, ele também pode dizer-lhe onde pedir um “re-insert”.
  3. Se você obteve a key de um freesite, certifique-se de obtê-lo a partir da versão mais recente deste site. Muitas vezes as keys são substituídas em versões mais recentes e você ainda pode estar em uma versão antiga do site.
  4. Dê informações sobre:
  5. Onde você pegou a key. Linkar o freesite se for de um.
  6. Por quanto tempo você tentou baixar a key.
  7. O modo de compatibilidade que foi usado – esta informação é mais provável com freesite.
  8. Qual a key de criptografia – esta informação também deve estar no freesite, ou partir para ‘Key Utils -> Splitfile Explorer -> Splitfile CryptoKey’.
  9. Opcional: O hash MD5 do arquivo se a key ainda estiver iniciada.

F.A.Q


   Existe uma Wiki oficial dentro da Freenet aqui. Este site está desatualizado em algumas partes, alguns sites estão faltando e não é mais atualizado. Mas em alguns tópicos tem mais informações do que a nova wiki, então verifique ambos.

   Você pode encontrar uma Wiki mais atualizada aqui, mas a pesquisa está desativada, por isso pode ser difícil encontrar tópicos (por exemplo, ‘keys’). Você pode usar o ‘KeyUtils – Site Explorer’ para ver todas as subpáginas incluídas.
   O Wiki na rede aberta é mais up-to-date e pesquisável: https://wiki.Freenetproject.org.
E há um FAQ oficial na rede aberta: https://Freenetproject.org/faq.html

  • Existe uma lista de todos os freesites? Como posso encontrar novos freesites interessantes?

   Não há nenhuma lista pública de todos os freesites. Existem vários índices para freesites, por exemplo “Enzo’s Index” ou “Nerdageddon” a partir dos marcadores padrão (aqueles são censurados).
   Na Freenet 1472, o maior índice não censurado do Linkageddon foi removido da lista padrão de favoritos, já que ele não era mais atualizado – você ainda pode usá-lo para encontrar novos freesites (verifique abaixo, para descobrir como chegar à versão mais recente de um Freesite).
   Existe um índice chamado TPI, que pode ser editado por qualquer pessoa.
   Existe um novo índice não censurado chamado YAFI.
   Dependendo do tópico que você está interessado, há também índices especializados.    Outra fonte para encontrar novos freesites é Frost

  • Por que alguns links têm um número negativo e outros não?

   Toda vez que um freesite for atualizado, a chave USK (Updateable Subspace Key) contabilizará o número. Se ligar a um número negativo, o Freenet procurará versões mais recentes deste site. Exemplo: Se você procurar por USK @ … /site/-5/, o Freenet procurará as versões 5 e mais quatro (5,6,7,8,9). Se encontrar uma versão maior que 5 começará com esta versão e contará quatro acima outra vez. Isso se repete até não haver mais quatro novas versões consecutivas a serem encontradas e você obterá a versão mais recente encontrada. Se você ligar para um número positivo o processo é diferente (e um pouco mais rápido), mas você não está garantido de obter a versão mais recente do freesite. Portanto, preferencialmente sempre use para a versão “mais recente” com número negativo na chave USK.
   Para obter manualmente a versão mais recente de um freesite, basta alterar o endereço no navegador adicionando um sinal de menos na frente do número da versão para a chave USK. Banners de freesites também oferecem um link na parte inferior do site, para ir para a versão mais recente.

  • Posso ver uma versão mais antiga de um freesite?

   Sim. A chave USK apenas liga a uma chave SSK específica. Altere USK @ … /sitename/5/ para SSK @ …/sitename-4/ e você obterá a versão 4, por exemplo.

  • Ao adicionar bookmarks – o que é ‘activelinks’?

   Activelinks são imagens pequenas em .png (108×36 px), que estão na pasta de um freesite (USK @ … /site/5/activelink.png). Eles ajudam a manter freesites, porque cada vez que uma imagem “activelink” em um freesite é solicitada, o recipiente deste freesite também é obtido e, assim, o site é distribuído mais através da rede.
Mais técnico: O activelink.png em si não é especial em tudo no que diz respeito a esta função, porém, poderia ser qualquer arquivo – é apenas comumente usado.
A caixa de seleção para o activelink quando você adiciona ou edita bookmarks, bem como o parâmetro ‘hasAnActivelink = true’ em chaves USK, não modifica como a Freenet procura atualizações para esses sites. O Freenet suporta temas que podem exibir imagens activelink em vez de marcadores na página inicial da Freenet. Se um marcador estiver marcado com ‘hasAnActivelink = true’, ele renderizará seu activelink.png em vez do texto do site na sua página inicial da Freenet, se o tema da GUI suportá-lo. Você pode ativar a exibição dessas imagens em ‘Configuration -> Web Interface’.

  • Eu tenho um erro “Not in archive” ao carregar um arquivo, como posso corrigir isso?

Isso ocorre principalmente, quando o nome do arquivo na key está errado. Na Freenet vá para ‘KeyUtils -> Key Explorer’ e cole a chave e clique em ‘Explore!’. Na parte inferior da próxima página, clique em ‘reopen as manifest’. Agora copie a chave na coluna ‘name’ e adicione-a aos seus downloads. Mas pode ter outras razões que não podem ser corrigidas dessa maneira.

  • O que significa ‘Curar uma key’ (Healing a key)?

Leia o parágrafo acima sobre a cura. Há também este freesite, mas todas as informações relevantes foi escrito acima.
A fim de manter arquivos vivos, você também pode querer ler sobre o KeepAlive Plugin. O arquivo no freesite está desatualizado, então você deve  usar esta versão do TheSeeker. Adicione via ‘Configuration -> Plugins’. 

  • Quando eu definir todos os meus downloads para prioridade ‘emergência’, eles irão mais rápidos?

Não. A prioridade que você pode definir não tem nada a ver com a rede Freenet e, portanto, não vai acelerar seus downloads. É apenas uma prioridade interna no seu nó. Se você executar o Frost, você não deve ter downloads em uma prioridade maior do que ‘high’ porque isso irá bloquear o Frost e torná-lo muito lento (pois ele é executado em ‘very high’).

  • Alguns sites oferecem arquivos ‘csv’, para que servem?

São arquivos de texto (‘Comma Separated Values’) com informações sobre o conteúdo encontrado nesses sites, como nomes de arquivos/pastas e tamanhos de arquivos. Você pode usar esses arquivos para verificar, se você tem os arquivos correspondentes ou se você está faltando alguns.

  • Eu quero começar meu próprio freesite, eu preciso de um servidor? Como eu começo?

A coisa boa sobre a Freenet é que você não precisa de um servidor para um freesite (como seria necessário para um site “real”), mas você pode começar a escrever um e inseri-lo facilmente, tornando-o disponível para o mundo (da Freenet).
Você vai encontrar ajuda aqui e aqui.

  • O que devo fazer com todos os valores SHA256 ou MD5?

Com eles você pode verificar que o arquivo que você baixou não foi adulterado (dado que você pode confiar na hash). De preferência, você quer usar SHA256 sobre MD5, pois é mais seguro. Para gerá-los você pode usar ‘sha256sum’ ou ‘md5sum’ no Linux ou uma das dezenas de programas para Windows (google).

  • Como posso linkar diretamente a uma parte específica deste freesite?

Se você quiser linkar de outro freesite para este freesite e uma subseção específica você pode linkar como você faria em sites reais via href=”USK@ ../Freenet-Quickstart /-17/ index.html # Healing” – estaja ciente que os URIs da Freenet são sensíveis a maiúsculas e minúsculas, então #healing não funcionará. Os títulos para os parágrafos têm links subjacentes que você pode copiar para chegar diretamente a este parágrafo.

  • A configuração da Freenet oferece vários plugins – eu preciso deles?

Para executar a Freenet, abrir freesites e usar Frost e Fuqid você não precisa instalar nenhum desses plugins oferecidos. Se houver algum instalado, você pode/deve desinstalá-los. Somente KeyUtils deve ser mantido pois pode ser útil às vezes.

Como deixar o Windows 10 mais seguro pt.2

Você já deve ter lido em diversos lugares que o Windows 10 não respeita a privacidade de seus usuários, certo? Pois bem, não há como negar esta afirmação, porém há medidas que você pode tomar para que torne o sistema menos invasivo – possivelmente mais seguro para o seu uso.

Estamos na parte 2. Caso queira ver a primeira parte, clique aqui

OBS: Não faremos uso de nenhuma ferramenta secundária desconhecida. Usaremos o próprio gpedit (Local Group Policy Editor) para efetuar os procedimentos.

Procedimentos (com imagem):

Abra o executar (Teclas WIN + R) e digite gpedit.msc

1° – Vá em: Computer Config -> Administrative Tempaltes -> Windows Components
Abra a aba “Windows Components” e procure por “Windows Error Reporting”, clique na pasta, do lado direito você verá uma opção chamada “Disable Windows Reporting”, abra com dois cliques e marque “Enabled”, dê ok e siga para o passo seguinte (Em imagem abaixo)

2° – No mesmo diretório “Windows Components”, vá em “Sync your settings”, do lado direito verá diversas opções. Clique em cada uma, habilitando as mesmas. (Em imagem abaixo)

3° – No mesmo diretório “Windows Components”, vá em “Data Collection and Preview Builds”, clique na pasta, do lado direito você verá diversas opções. Conforme está na imagem, habilite a opção “Disable pre-releases features of settings” e desabilite-a “Allow Telemetry” (Em imagem abaixo)

4° – No mesmo diretório “Windows Components”, vá em “Game Explorer”, clique na pasta, do lado direito você verá algumas opções. Com o botão direito, habilite todas. (Em imagem abaixo)

5° – Agora vamos sair do diretório “Windows Components” e ir para o diretório “System”, seguindo vá em “Internet Communication Management”, dentro dela terá outra pasta com o nome “Internet Communication Settings”, vá até ela. Entrando você verá muitas opções e as opções devem ser setadas de acordo com a imagem:

Pronto! São opções do próprio sistema, basta você saber definir elas corretamente. Não há uma garantia de que será respeitado essas vontades, mas não custa tentar, né?!

Qualquer dúvida você pode estar postando nos comentários deste post que assim estarei respondendo o mais breve possível.